Em patrulhamento de rotina, a guarnição da Polícia Militar de Campo Grande, no Oeste potiguar, se depararam com uma cena que, como o próprio comandante Sargento Tárcio Fernandes, diz, será difícil de esquecer.
As novidades do mundo atual, "apagou" a capacidade de crianças divertirem-se com brincadeiras onde a inocência reinava de forma absoluta.
E fatos que deveriam ser normais, viraram exceção.
Em tempos de tecnologia avançada, onde, infelizmente as brincadeiras de criança de tempos atrás foram esquecidas e/ou atropeladas pela praticidade de computadores, celulares e vídeo games, uma criança brincava nas proximidades de sua casa, no Conjunto Padre Pedro, vislumbrando em seus "brinquedos", bois e vacas, devidamente colocados em um curral, como ver-se comumente, em sítios. Até aí,nada de diferente. O espírito infantil de crianças dos anos 80, voltava a ser visto pelos guerreiros da guarnição de Campo Grande.

Mas o diferencial, não era exatamente o tempo. E sim, o que eram os "bois e vacas". Uma criança brincando de fazendinha, onde os animais eram pedras. Isso mesmo: pedras.
Feliz com seus "brinquedos", a criança se mostrava envolvida no entretenimento.
Comovidos com tal situação os PM's perguntaram se ele tinham brinquedos e o menino respondeu que não. De pronto, em comum acordo com os colegas policiais, os ocupantes da guarnição foram até uma loja e compraram alguns animais, como o pequeno vislumbrava: vaca, cavalo, bode e outros.
A alegria da criança e seus amigos, que já chegaram para ver a surpresa, foi imensa. "Sem igual ver o quanto, com tão pouco, o semblante o menino mudou. Foi algo simples, aos olhos de outros, mas por demais gratificante para nós, ver a alegria estampada no rosto dele", disse Tárcio Fernandes.
Já outro colega da viatura, expressou: "É uma alegria muito grande, em puder ter ajudado neste instante. Muito raro em momentos de tecnologias, jogos violentos, diversidade tecnológica, ver uma criança brincar com madeira e pedras", concluiu.
VIGILANTIS SEMPER






Nenhum comentário:
Postar um comentário