Desembargadora comandará TRE-RN pelos próximos dois anos
“O Judiciário tem que ser provocado. Se houve provocação no tribunal, ele decide. Digo que nessas eleições, o primeiro passo é cada um dos cidadão ser potencial fiscalizador e levar os fatos ao Ministério Público. Peço que façam isso. Mas não pode ser de modo irresponsável, sem uma prova”, incitou a presidente do TRE, que, ao mesmo tempo, reconhece o fortalecimento das instituições de controle.
“Acho, sim, que que o MP também esteja mais atuante. E a respeito dessa questão [críticas de que o TRE muda eleições no ‘tapetão’], se o assunto chega no TRE, tem que ser julgado. O TRE julga de acordo com o que a lei determina. Poucas das ações julgadas no TRE tiveram a modificação no TSE. Há ratificação no TSE. Ainda assim, cabe, àquele que perdeu, buscar em outra instância a sua verdade”, comentou a desembargadora.
a Fonte.

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